“Culturas, identidades e
subjetividades: linguagens em movimento”
Prof. Dr. ª Eunice de Morais (UEPG)
Prof. Dr. Marcos Barbosa Carreira (UEPG)
O CIEL – Ciclo de
Estudos em Linguagem – hoje consolidado como congresso internacional – chega a
sua oitava edição em 2015, mantendo-se como espaço de reflexão a respeito de
questões contemporâneas relacionadas aos desafios da formação de professores
pesquisadores. Por isso, a temática eleita para esta edição aponta para as
concepções de que há associação insolúvel entre linguagem e cultura; e de que identidades
e subjetividades são discursivamente construídas (Bakhtin, 2003; Hall, 2000).
Para Bakhtin, a linguagem acompanha todas as atividades essencialmente humanas,
portanto culturais, às quais estão associados os gêneros discursivos (poético,
pictórico, oral, escrito). A caracterização destes se dá tanto pelo que se faz
com a linguagem (mostrar, explicar, descrever, representar) quanto pelos meios
linguísticos através dos quais se manifestam os tipos de enunciados e modos de
encadeamento destes enunciados. Assim, entende-se que as alterações dos gêneros
discursivos remetem à variação dos mundos (universos de linguagem marcadamente
culturais). O que nos leva a refletir sobre o apagamento ou a indefinição de
gêneros discursivos que se configuram na fronteira, no intermédio de outros
gêneros, colocando a linguagem, “multiplicadora de mundos” e “mescladora de
mundos” (Bakhtin), em movimento constante.
A partir da ideia
de que culturas, identidades e subjetividades são linguagens em movimento e
intercambiáveis é que os textos deste volume se coadunam. Há um fio de reflexão
e discussão a respeito de temas relacionados aos campos da arte da cultura, da
literatura, da filosofia, da sociedade contemporânea e do ensino de língua
estrangeira, que nos leva diretamente aos mundos multiplicados e mesclados da e
pela linguagem. Em alguns destes textos vemos as linguagens se inter-relacionando
e se entrelaçando, abolindo ou tornando complexas as fronteiras entre cartas e
crônicas, poesia e história, pintura e biografia.
Vemo-nos
intensamente imbricados no universo do hibridismo. Culturas, identidades e
subjetividades adquirem em nosso tempo a impossibilidade, talvez benéfica, da
definição, do enquadramento único e central. Vivemos no tempo do entre-lugar,
do terceiro elemento nascido da conjugação da pluralidade. Tempos da
modernidade líquida de Bauman, das comunidades imaginadas de B. Anderson, de
identidades culturais híbridas, do sujeito descentrado, múltiplo e
relativizado. A linguagem, portanto, é o meio pelo qual se dá corpo e se
revelam culturas, identidades sociais e culturais e subjetividades.
Do lado de dentro deste
conjunto de ideias marcantes da contemporaneidade é que os textos que compõem
este livro vêm refletir e problematizar, sob perspectivas diversas, os
movimentos culturais, identitários e subjetivos, observando-os por meio de
comparações, análises ou aproximações de caráter biográfico, conceitual, contextual
e social. Assim, entendendo que aspectos da cultura, da identidade e da
subjetividade não são estanques, propomos uma composição do volume em quatro
partes significativas: retratos, palavra e poder, linguagens em movimento e
ensino.
A primeira parte é composta pelos ensaios “Selos e sigilos:
correspondência de Clarice Lispector” e “Retratos do delírio” da professora
Nádia Gotlib e do professor Daniel de Oliveira Gomes, respectivamente. Colocar
os textos assim ladeados é, em última análise, uma provocação, pois apontam
para perspectivas aparentemente desconexas e gêneros de produção e investigação
absolutamente diversos. No entanto, preciso destacar nesses ensaios a questão
sobre a possibilidade de representação fiel, integral e real do sujeito. O retrato
de Clarice Lispector ganha contornos e definição a partir das leituras e
análises da sua correspondência publicada; e Gotlib destaca esta importância a
partir da leitura da obra de Olga Borelli. Segundo Gotlib:
O livro [de Boreli] pode ser
considerado uma porta de entrada para o desvendamento de uma escritora, pois
ali encontram-se notas valiosas sobre seu método e concepção de escrita, sua
postura diante da vida, além de hábitos, amizades, afetos, e tantos outros
itens de importância para se traçar os contornos de uma fisionomia intelectual
e artística. De fato, ganha realce, no livro, ‘o retrato da escritora’. Mas se
assim é, o livro também pode ser considerado um exemplo de como não se editar
uma correspondência...” (GOTLIB)
Os problemas
quanto à edição das cartas remetem, neste caso, à questão do sigilo ou da
censura de trechos das correspondências o que, de certa forma, borra ou turva o
retrato pretendido. E outro momento do ensaio, a autora afirma que o sucesso
das publicações de carta de Clarice deve-se ao fato de que “Observa-se uma voz
que está voltada, sim, para o seu entorno, mas sobretudo uma voz que está atenta
ao território da intimidade. E que descreve essas profundezas da alma com
detalhes dignos de uma personagem bem construída.” (p. ). Temos aqui um movimento de linguagem que
faz um gênero documental, como as cartas, transitar pela ficção, o que fará a autora
afirmar a seguir que “algumas peças desse conjunto epistolográfico beiram outro
gênero, o das crônicas, não só
pela linguagem solta, aberta a qualquer tipo de motivo inspirador, mas também
pelos toques de encantamento e argúcia de observação.” (Negrito meu, P....)
Para além desta
movimentação, desse rompimento de fronteiras entre os gêneros analisados, há a
questão da construção do retrato da ficcionista que se dá pela soma das
correspondências à sua própria obra literária. A pergunta que nos salta após a
leitura do texto de Gomes é: que retrato é esse? A linguagem que compõe esse
retrato de Lispector é diferente do retrato pictórico de Van Gogh, mas parece
que o estatuto de não representação se mantém. Segundo Gomes “O retrato é visto como algo que assegura a presença (e a ausência) do
sujeito e não propriamente o representa, nesse sentido, juntamente com Jean-Luc
Nancy, não podemos ler o retrato como mera imagem de um sujeito preexistente.”
(GOMES, p. ) Não haveria em cada carta
de Lispector uma presença (e uma ausência) que é passível de transformação e
mudança?
O
ensaio de Gomes investiga a “ex-posição em retratos de Foucault, Artaud e,
em especial, Van Gogh”. Para o autor, “nestas três personalidades, noto uma
questão quanto ao retrato de si para si, como insano do pensar, onde o sujeito
de fundo é ausente, um retrato em que o sujeito do retrato é o sujeito mesmo. A
efetividade e a essência do sujeito está, assim, não mais que no retrato,
exclusivamente”. Essa descrença no potencial mimético do retrato, em seu
caráter representativo da vida e do espírito, segundo Gomes, levam Vangogh,
Artaud e Foucault a acreditarem na impossibilidade de um movimento dialético
entre interioridade e exterioridade.
A segunda parte reúne os
ensaios “A Palavra definitiva – Escritura e militância na literatura argentina (Conti,
Urondo, Walsh)” e “La inesperada y sutil historia de amor de una
mujer fea, chueca y bizca”, de André Queirós e Cecilia Luque, respectivamente. Consideradas aqui as distâncias de estilo dos
ensaístas e a focalização emblemática dos tipos de violência (do Estado e de
gênero) acercada pelos textos, observa-se que é por meio da linguagem literária
que se estabelecem as relações de poder em contextos sociais diversos.
Cecilia Luque analisa o modo como a violência
contra a mulher é explorada pela narradora argentina, Angélica Gorodischer, em
seu conto “La cámara oscura” [“A câmara escura”] (1983), e pela cineasta María
Victoria Menis, no filme homônimo de 2008, baseado no referido conto, apontando
semelhanças de concepção da violência contra a mulher e diferenças no plano
retórico das construções narrativas. Ao
introduzir a temática dos textos em estudo, a pesquisadora afirma que:
Nós, seres humanos,
alcançamos a existência social em e pelas relações de saber-poder que
estabelecemos com os outros em um contexto social dado, relações que nos assinalam
possibilidades e restrições. Talvez as relações mais importantes sejam as que nos
outorgam o reconhecimento, a confirmação de que somos sujeitos válidos, com direito
e autoridade para participar da vida e do mundo por meio de nossas ações e nossas
palavras. Por isto, a maior violência simbólica que se pode exercer sobre um
ser humano é negar-lhe esse reconhecimento.
É pela ausência deste reconhecimento e pela
negação deste direito à participação da vida e do mundo que a protagonista do conto
e do filme, Gertrudis, sofre a violência familiar e foge com o fotógrafo,
abandonando o sistema patriarcal em que a linguagem do amo que fala do outro e o substitui por um diálogo com o outro. Segundo a leitura
de Cecilia Luque:
Tanto o conto quanto o filme
mostram como, nas sociedades rurais latino-americanas do início do século XX,
sociedades só incipientemente burguesas e ainda profundamente patriarcais, uma
mulher “feia” via drasticamente reduzidas as suas possibilidades de encontrar um
lugar produtivo legítimo na sociedade e corria o risco de tornar-se um “fardo”
que sua família não poderia “tirar de cima”. (LUQUE)
Esta condição de subalternidade e a
desvalorização social feminina é apresentada no conto e no filme por meio do
coloquialismo e da condição de precariedade,
dado pelo fato de serem declaradas “feias” negando-lhes, portanto, o
reconhecimento como sujeito social válido.
A proposta do ensaio é demonstrar que “Gorodischer
e Menis exploraram diferentes aspectos deste particular processo de subjetivação
feminina, e o fizeram com retóricas diferentes”. (LUQUE, p. ) Fica claro,
portanto, que é pela linguagem que os espaços de poder são demarcados, tornando
o conto e também o filme narrativas de reivindicação, de questionamento e de
reflexão a respeito do reconhecimento e da valorização da mulher na sociedade
contemporânea. Embora as narrativas em estudo simbolizem “as formas com as
quais as tecnologias patriarcais do eu constituíram a identidade das mulheres e
as definiram como sujeitos subalternos” (LUQUE), a pesquisadora deixa claro que
enquanto o conto de Gorodischer refletia as preocupações das feministas dos
anos 60 e 70, Menis faz uma reinterpretação no filme, convergindo para as
preocupações feministas a partir dos anos 90: “a necessidade de ressignificar o corpo da mulher que tem sido
historicamente colonizado, alienado e definido pelo olhar patriarcal;
ressignificar a libertação do desejo feminino como condição de subjetivação das
mulheres”. (LUQUE.)
André Queirós, em “A palavra
definitiva – Escritura e militância na literatura
argentina (Conti, Urondo, Walsh)”, não fará contraposição de gêneros, mas nos
coloca também diante de produções literárias que denunciam, marcam uma posição
de poder em contraponto ao discurso da violência do Estado de Exceção, imposto na Argentina da década de 1970. O olhar
do revolucionário que grita e age contra um discurso de poder ditatorial,
marcado pela violência e pelo assassinato, é apresentado e como relato por uma
voz que em muitos momentos faz saltar a linguagem do ensaio para o da ficção e
não raro elas se coadunam. Essa é a voz de André Queirós que nos toma de
assalto e nos prende em busca da palavra definitiva dos autores argentinos que
foram também atores de seu tempo.
Haroldo Conti,
Francisco “Paco” Urondo e Rodolfo Walsh denunciaram e enfrentaram, por meio da
linguagem, a violência do Estado que, de acordo com Queirós mediava as relações
entre o capital e as massas, favorecendo o primeiro. André Queirós faz um
percurso histórico, localizando os autores e contextualizando suas produções e
marcando um movimento discursivo e temporal. A feliz ideia retomada do livro de
Walsh, Operacion massacre, “três
fuzilados que vivem”, cabe perfeitamente como mote também para o ensaio de Queirós,
pois os três autores permaneceram pela linguagem. Retrataram, em cartas,
poemas, romances e entrevistas, o contexto político marcado pela violência do
regime ditatorial no país.
É através dos
movimentos da linguagem, portanto, que Cecilia Luque, assim como Queirós, nos fazem
refletir e compreender as relações entre linguagem e poder. No plano das discussões sobre identidades
sociais e suas relações com a linguagem, podemos afirmar que ela pode ser
definidora da precariedade do sujeito,
do mesmo modo que pode ser elemento propiciador da sua permanência enquanto
discurso de poder.
Na terceira parte
deste volume, o debate se dá especificamente no campo das relações entre a
literatura e outras linguagens. O passeio proposto pelo texto do professor e
pesquisador Evanir Pavloski nos faz caminhar entre linguagens que antecedem a
escrita, como as pinturas rupestres, e suas variações nos modos de leitura do
mundo. Segundo Pavloski,
A
paulatina evolução dos signos gravados nas paredes das cavernas possibilitou a
deflagração do terceiro processo que, juntamente com o perceptivo e o cognitivo
formam a noção de representação aqui enunciada: o fabulativo. Em outros termos,
as figurações pictóricas assumem contornos de relato e a disposição dos
desenhos perde a sua aleatoriedade. Os desenhos de corpos, animais e espaços
passam a estabelecer relações de complementaridade e a formar um quadro
comunicativo maior. A narratividade, substância fundamental da literatura,
surge em estado bruto.
As imagens,
portanto, constituem-se como narrativas e passarão, mais tarde a integrar as
obras literárias não
apenas para promover a visualização do que era exposto pelas palavras, mas também
“como um subtexto que ora as complementava, ora as suplementava”. Do encontro
dessas esferas de arte (cinema, literatura, pintura, fotografia) e de
percepções humanas (neurofisiológicos, cognitivos e simbólicos) surge, muitas
vezes, segundo Pavloski, o que ele chamaria de “conflito de imaginários”, ou
seja, “construções imagéticas diferentes que ao serem transpostas para outra
linguagem desnudam as particularidades das leituras realizadas”. A revolução
tecnológica que vivemos hoje propicia uma multiplicidade da produção, da
circulação cada vez mais rápida e global, e da recepção de textos marcados pelo
hibridismo. Blogs, Chats, e-mails, fotologs, e-books são apenas alguns destes
canais de caráter gráficos, imagéticos, orais, sonoros que se proliferam e são
incorporados ao cotidiano de pessoas com tempo e recursos. Essa revolução
tecnológica trará, como afirma Pavloski, consequências para o mercado editorial
dos textos literários e para a criação de novos gêneros de produção, como a
literatura “ergodica”. É preciso
ressaltar, portanto, que o surgimento da escrita não eliminou a oralidade e do
mesmo modo a literatura permanecerá, não obstante o surgimento do cinema, da
fotografia e tantas outras linguagens.
Paulo Ramos,
seguindo a mesma linha teórica de Pavloski, defende a especificidade de cada
campo (literatura, teatro, quadrinhos), cada um com uma linguagem
autônoma e própria, e aponta para “inegáveis diálogos”
entre esses campos – como entre
quadrinhos e literatura. No artigo “Literatura e quadrinhos: o cisne e o
patinho feio”, Ramos apresenta uma discussão por meio do caminho que conduz as
histórias em quadrinhos para a transformação de patinho feio a cisne, no
processo de aceitação e reconhecimento do caráter e do potencial artístico do
gênero. Desde a marginalização das histórias em quadrinhos no início do século
XX, no Brasil, até a sua ascensão e reconhecimento como um gênero artístico
válido e de alto valor cultural e comercial, estende-se um longo período e
vários equívocos destacados pelo autor. O pesquisador apresenta, então, quatro
fatores que contribuíram e têm contribuído para este reconhecimento: 1) a
presença de quadrinhos no ensino; 2) as adaptações literárias; 3) o uso do
formato livro, que aproxima os quadrinhos do texto literário; e 4) o aumento do
número de pesquisas sobre quadrinhos nos programas de literatura. A busca por
novos diálogos entre a literatura e os quadrinhos, no sentido de uma
aproximação dos gêneros, é o que propõe Paulo Ramos. No movimento das
linguagens, sombras e luzes se entrelaçam e fazem surgir novos caminhos.
Por fim,
o capítulo da professora-pesquisadora Elaine do Vale Ferreira
Borges, subsidiado pela área de ensino de línguas
adicionais, é a quarta e última parte na organização deste livro.
Intitulado “Language teaching: a look with the eyes of complexity”,
o capítulo discute novas perspectivas que surgem nos Estudos da
Linguagem a partir do advento do paradigma da complexidade no campo da
Linguística Aplicada. Para tanto, a autora apresenta
seis exemplos de sistemas adaptativos complexos (SAC) que emergiram contemporaneamente na
área, sendo dois de sua própria autoria e um terceiro em coautoria. Esses
sistemas são: linguagem como SAC, aquisição de segunda
língua como SAC, identidade como SAC, abordagem de ensino e
de aprendizagem de línguas como SAC, planejamento de ensino de línguas como
SAC e a formação de professor de línguas como SAC.
Borges explica
que, essencialmente, um SAC pode ser entendido como qualquer fenômeno
científico que emirja da interação de seus vários elementos (sem controle
centralizado), sendo dinâmico, aberto, vivo, não-linear, auto-organizável,
adaptável, imprevisível e altamente sensível às condições iniciais;
apresentando um comportamento particular que pode ser reconhecido como um
atrator caótico. A autora enfatiza, ainda, que todo SAC possui sistemas e subsistemas
aninhados em sua constituição e que, no todo, se manifesta na forma de um
fractal geométrico, sendo esse o formato de algumas das figuras dos SAC
apresentas por ela no capítulo.
Para subsidiar a
discussão, inicialmente, Borges destaca a importância das metáforas
conceituais (Lakoff & Johnson, 2001) e científicas (Boyd, 1993) na
concepção de sistemas caóticos na LA, já que muita da terminologia utilizada é
proveniente das ciências exatas e biológicas. Nesse contexto,as discussões empreendidas pela autora também são fundamentadas nas visões wittgeinsteiiana
de jogos de linguagem e kuhniana de paradigma nas ciências sociais. Ao
final, a autora argumenta sobre a visão que possui da situação do pós-método no
âmbito atual da complexidade e chama a atenção para a necessidade de um olhar
complexo dos linguistas aplicados para os fenômenos da linguagem a fim de se
compreender o que ela denomina de pedagogia
complexa de línguas adicionais.
Sendo um evento que responde aos interesses
científicos e educacionais de profissionais formados e em formação, nas áreas
envolvidas, o CIEL se configura como um espaço de reflexão das questões mais
prementes do universo que se constrói a partir dos desafios de formar
professores e pesquisadores. Por considerar que é dever da universidade pública
promover a pluralidade no ensino, na pesquisa e na extensão, o CIEL procura, da
maneira mais democrática possível, colocar-se à disposição de diferentes
concepções de linguagem. Pretende-se, neste sentido, manter na pauta as
inquietações daqueles que não apenas escolheram o magistério para a ele dedicar
suas energias profissionais, mas que também têm o privilégio e a
responsabilidade de contribuir substantivamente para a formação de novos
professores. O que se espera é que os artigos e ensaios publicados neste livro
contribuam para o alcance desses objetivos, tão caros aos organizadores da
oitava edição do CIEL (de Estudos de Linguagem) e da primeira edição
internacional do CIEL (I CIEL – Congresso Internacional de Estudos de Linguagem).
